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Ocorrência com facas…de novo!

Entenda!

Este texto, muito curto, tem por objetivo apenas mostrar que diante de uma faca, numa ocorrência, a prioridade de emprego deve ser do equipamento que oferece incapacitação imediata. Não vou entrar em detalhes se arma de fogo ou equipamento elétrico de incapacitação (tipo taser, spark ou outras), incapacite a reação imediatamente.

Uma certeza eu tenho. Se você for partir para as técnicas de defesa pessoal, provavelmente vai se machucar.

Eu explico:

Diferente dos treinos a dois em tatame, como nos cursos de defesa pessoal, este oponente de rua, com faca numa das mãos,  não vai se submeter à aplicação da imobilização imediatamente, como seu colega faz nos treinos de academia. Ele (o oponente) quer de qualquer forma acabar com você e te lascar de todo o jeito, então não se iluda, de que aquela chave de braço, fácil de aplicar no tatame ou vista no youtube irá funcionar perfeitamente, porque não vai.

Observe o vídeo abaixo. Ele menciona a regra dos 7 pés de distância(7 ft). que correspondem a apenas 2 metros de distância, abaixo dela, o risco é elevadíssimo. Acima dela, ainda é possível sacar sua arma, mas ainda há a possibilidade ainda de se machucar, mesmo se o disparo for suficiente para neutralizar a ação do oponente. A coisa piora em ambientes confinados, observe o vídeo e a cada visualização sua percepção vai mudar.

Este vídeo também serve de alerta a cidadãos comuns, que estejam portando armas legalmente.

Força e Honra!

http://www.youtube.com/watch?v=J_KJ1R2PCMM

 

Por que você pensa que o crime está em ascensão?

O Brasil passa por um período de inquietação sem precedentes, de caráter politico, econômica, educacional, na área da saúde, em outras áreas… mas em termos acadêmicos, sociais e até mesmo políticos (de novo), esses três últimos juntos, no campo da segurança pública especificamente, no trabalho policial, a discussão nunca vai acabar.

Com o passar dos anos, tem-se notado a mudança no perfil do policial e da Instituição, no resultado do trabalho policial e em suas ações. É notável a mudança de paradigmas e a dificuldade em manter um visão positiva sobre a Instituição policial e seus integrantes.

O texto traduzido é interessante porque mesmo se referindo a uma sociedade de outro país, percebe-se correlação direta das causas e efeitos: porque o crime no Brasil vem crescendo. Aliado a outros fatores não mencionados e existentes em nosso Brasil, tais como corrupção, cultura local e diferenças de todo o tipo, recomendo a leitura e observação dos pontos abaixo.

Esta é a visão particular de um policial americano* e suas avaliações para explicar o aumento do crime.

Vá e vença!

 

Tradução livre.

Extraído de: http://calibrepress.com/2016/01/why-do-you-think-crime-is-on-the-rise/ em 20 de janeiro de 2016.

Por que você acha que o crime está em ascensão?

Como o crime violento sobe em nossos centros urbanos, as respostas óbvias que iludem a elite que criou esta confusão trágica.

Há pouco mais de dois anos atrás, em agosto de 2013, eu escrevi um artigo que chamou a atenção, do público, dos especialistas, dos tipos de mídia, dos políticos e, especificamente, da American Civil Liberties Union sobre sua retórica negativa e incendiária da polícia em Nova York e a aplicação da lei em geral. Sua retórica histérica na época, visava a prática sancionada pelo tribunal, tratada como “parar e revistar”.

As elites estavam em pé de guerra sobre como a polícia estava usando essa tática em áreas de alta criminalidade, onde drogas e armas são predominantes. Alguns se referem à prática de inconstitucionalidade, enquanto outros rotulavam a polícia como uma moderna “gestapo” (a sádica polícia secreta da Alemanha nazista). E, claro, muitos acreditavam que a prática e a motivação reais do trabalho da polícia era baseado em racismo.

Bill DeBlasio (Candidato à prefeitura de Nova York) garantiu que ele iria frear a polícia e a tática do parar e revistar e que esta não ocorreria mais se ele fosse eleito prefeito de Nova York. E ele foi.

Parecia que ninguém mais queria em Nova York uma polícia pró-ativa.

Ninguém, exceto… muitos dos cidadãos que realmente viviam na Big Apple. Em outubro 2013, uma pesquisa da Universidade Quinnipiac, revelou que a segurança pública foi o ponto mais alto nas mentes dos eleitores. Quando perguntaram o que era mais importante, manter as taxas de criminalidade para baixo ou mudar o esquema do parar e revistar, 62% disse que manter as taxas de criminalidade baixa era mais importante. Apenas 30% disseram que a reforma do parar e revistar deveria mudar.

Por quê?

Porque os cidadãos, especialmente aqueles que vivem em áreas de alta criminalidade, que presenciam o crime, o sofrimento e a dor infligida por criminosos e da lei e do mais fraco.

Para as pessoas que entendem sobre a “polícia ocupada” nos bairros, parar e revistar é uma prática da aplicação da lei que salva vidas.

Isto, obviamente, não importa para aqueles que não estão em risco. Eles continuarão a demonizar a polícia. Então eu ofereci uma solução sobre como eliminar as queixas sobre a polícia. O que toda a polícia tinha a fazer era: parar de trabalhar!

Nesse artigo eu tentei explicar para os próprios policiais, que não haveria nenhuma desvantagem para esta alteração tática.

Mais uma vez: por quê?

Porque: Os policiais não vão ser demitidos por não fazer, eles serão demitidos por fazer.

Policiais sabem que não há praticamente nenhum risco de ser demitido por um processo de trabalho ruim e inatividade durante um período de dez anos. O risco para a rescisão disciplinar seja, talvez, em ser pró-ativo.

A maioria dos cidadãos não sabe disso, mas existem leis baseadas em regras, na maioria dos estados, que proíbem os supervisores da polícia de estabelecer quotas a serem cumpridas. Em outras palavras, você não pode legalmente fazer policiais escrever multas e parar pessoas suspeitas.

Policiais de todo este país sabem muito bem que, se eles simplesmente responderem a chamadas do 911, dirigir a viatura por aí sem rumo em suas de patrulhas de rotina e evitar a atividade auto-iniciada, eles ainda vão receber o pagamento. Que inferno, e com essa filosofia ainda pode ser promovido!

Bem, muita coisa aconteceu desde o verão de 2013 – Ferguson, Eric Garner, Baltimore e Freddie Gray, a mídia reagiu e os policiais também.

Durante os últimos 6-8 meses, houve um debate sobre – Se esta filosofia de parar de trabalhar realmente está acontecendo: Alguns policiais estavam tornando a abordagem menos pró-ativa?

Um aumento da criminalidade

O que sabemos é isto. Taxas de crimes violentos estão em alta em muitas das grandes cidades: 13% em Los Angeles em relação ao ano passado; homicídios são até 54%, em Washington, DC, em 2015; e Baltimore? Essa cidade é a mais mortal que existiu… É um banho de sangue, um banho de sangue cruel entre os centros urbanos da América. Tem alguma coisa a ver com policiais ignorando as pessoas suspeitas e as atividades questionáveis?

Claro que não.

Eu vivo fora de Chicago, uma cidade que viu cerca de 3.000 pessoas feridas a tiro no ano passado, 470 dos quais fatalmente. É a pior marca em anos. Tenho conversado com policiais, incluindo supervisores em dois subúrbios de Chicago, bem como na cidade de Chicago, e o que eu estou ouvindo é que eu me tornei um profeta há um ano e meio atrás.

Illinois aprovou uma série de leis sob o título: Relações entre Polícia e Comunidade.

Deveria ter sido intitulado: Na Polícia todos são maus, nós sabemos, portanto, vamos culpá-los por tudo e eliminar qualquer desejo neles para ser proativo.

Mas isso seria questão de tempo, eu acho.

Um supervisor de um departamento suburbano me enviou um guia de treinamento de 30 páginas, que ensina policiais sobre as novas leis e sobre como conduzir uma abordagem de investigação. Exige que se justifique por escrito, no local e à pessoa parada:

  • Por que eles achavam que a pessoa estava com um comportamento suspeito.
  • Se eles realizassem uma revista, eles tem que explicar não apenas porque eles achavam que o sujeito pudesse estar em posse de uma arma (como exigido pela jurisprudência), mas por que o policial pensou que ele, ela ou os outros poderiam tornar-se uma vítima de um ataque iminente da pessoa que está sendo abordada.

Em seguida, após a abordagem, os policiais têm de dar à pessoa que foi parada um recibo com todas as informações sobre ele (sobre o policial) junto com um número de telefone para chamar, caso desejassem reclamar sobre o policial.

Então, não estou brincando, os policiais tem de preencher um formulário para o Departamento de Transportes de Illinois com as seguintes informações sobre ele:

  • O gênero e determinação subjetiva sobre a raça da pessoa abordada.
  • Raça do suspeito serão selecionadas na seguinte lista: indiano ou Alaska nativo americano, asiático, preto ou Africano americanos, hispânicos ou latinos, nativo do Havaí ou de outras ilhas do Pacífico ou branca;
  • Todas as razões que levaram à abordagem;
  • A data e a hora da abordagem;
  • O local da abordagem;
  • Se foi feita ou não, uma revista em caráter de proteção, todas as supostas razões que levaram à abordagem e se esta revista foi realizada com o consentimento ou por outros meios; e;

– Estou Cansado de digitar. Mas existem mais cinco destes pontos hifenizados.

Então eu perguntei a este comandante quantos destes cartões foram concluídos nos primeiros 14 dias de 2016. Sua resposta?

“Um.”

E então ele riu e disse: “Eu não estou esperando muito mais.”

“A lei, desde o ano passado é que não podemos fazer policiais escrever multas. Podemos obriga-los a fazer um certo número de abordagens de trânsito, mas não podemos lhes dizer para fazer cumprir as leis de trânsito quando eles param o motorista. “

Ele admitiu que a quantidade das multas eram significativamente menor, mas ele disse que não é apenas por causa da lei que os proíbe de fazê-los escrever multas, é por causa do clima político. Ele disse: “Toda denúncia torna-se um inquérito interno, que é um problema no registro do policial. E é uma porcaria para quem vai investigar a denúncia. Assim, o incentivo para ser pró-ativo está desaparecendo. “

Na cidade de Chicago até agora em 2016, o número de abordagens está abaixo cerca de 80 por cento em comparação ao ano passado.

De acordo com um artigo escrito por Mark Konkol, em 13 de janeiro: “Também tem havido um declínio de 37 por cento em prisões por arma de fogo e uma diminuição de 35 por cento em apreensões de armas em comparação com o ano passado …”

“Enquanto isso, houve mais de 72 disparos (um aumento de 218 por cento) e mais 10 assassinatos (um aumento de 125 por cento) do que durante o mesmo período no ano passado …”

Você acha que pode haver uma correlação entre o exagero da mídia, a resposta política, ausência de atitude do policial e o aumento no crime?

Finalmente, eu falei com um policial novato, muito agressivo, inteligente e motivado em um subúrbio de Chicago. Aqui está o seu pensamento:

“A mesma coisa está acontecendo em nosso departamento. Só temos alguns policiais que andam em carros de dois homens dentro do terreno. Eles foram identificados como sendo os agentes mais agressivos/proativos que temos e estou honrado por ter sido escolhido para trabalhar com esse grupo. Mas a verdade é que estamos a fazer menos. “

“Os policiais não chamam no rádio a maior parte de abordagens de trânsito na rua, porque eles não querem preencher esses relatórios de abordagem ou preencher duas páginas de papelada só porque eles achavam que deveriam falar com alguém que estava agindo de maneira suspeita,” ele disse. “Inferno, nos gasta metade da nossa noite na estação de trabalho só preenchendo esta papelada. Nós até temos que entregar às pessoas, recibos, após a abordagem, com o nosso nome, números de matrícula e números de telefone, para que eles possam reclamar depois, caso estejam insatisfeitos.

Como é esse trabalho?

“Temos recebido reclamações sem noção, mas os chefes, mesmo assim, ainda tem que nos investigar. Alguns policiais pensam que não vale a pena arriscar seu emprego, muitos simplesmente pararam. E não há nada que o supervisor possa fazer sobre isso. “

E este é agora o triste estado das coisas neste país.

Conclusão

A fim de ter um protagonista tem de haver um antagonista. Neste triste estado de coisas, os policiais são os maus e os criminosos são as vítimas.

Todos, desde o presidente ao editor local do jornal local cita a verdade sobre o crime: É assim desde 1990. Até agora.

Mas você pode descobrir por que? Porque há um número recorde de bandidos na prisão.

Agora queremos deixar essas almas incompreensivelmente perdidas de fora e, ao mesmo tempo, estamos a demonizar e algemar a polícia.

O que você acha, qual será o resultado final para a sociedade?

Bem, Senhoras e Senhores, estamos prestes a descobrir.

* Jim Glennon

Lt. Jim Glennon (ret.) is the owner and lead instructor for Calibre Press. He is a third-generation LEO, retired from the Lombard, Ill. PD after 29 years of service. Rising to the rank of lieutenant, he commanded both patrol and the Investigations Unit. In 1998, he was selected as the first Commander of Investigations for the newly formed DuPage County Major Crimes (Homicide) Task Force. He has a BA in Psychology, a Masters in Law Enforcement Justice Administration, is the author of the book Arresting Communication: Essential Interaction Skills for Law Enforcement.

O coldre nosso de cada dia – Parte III.

Olá a todos!

Algum tempo sem escrever, ok!

Não vou inserir minhas desculpas, mas 2013 e 2014 foi interessante, vamos ver o que 2015 irá me oferecer. Tive excelentes oportunidades de crescer, profissionalmente e como pessoa também.

Tenho aprendido com tudo e percebo que ainda falta muito para…para…deixa prá lá! (deixemos o drama de lado!).

Em 2014, tive a oportunidade de participar na condição de ouvinte, numa palestra ministrada por um policial militar da Paraíba. O assunto: segurança pessoal e sequestros.

 O mais interessante antes de tudo, o colega tinha sido vítima numa situação, contra três meliantes, que ao final, (ele) matou um, feriu outro e prendeu o terceiro. Estava de serviço, armado, sozinho, em área pública, pela manhã.

A riqueza de detalhes em sua palestra me fez refletir sobre alguns pontos a respeito do porte de uma arma de fogo.

Nosso palestrante portava uma arma de fogo, sem coldre, na cintura, ao lado direito do corpo.

Sua narração iniciou pela abordagem dos bandidos, arma em punho, mandando entrar no carro. Logicamente, obedeceu. O detalhe, ele foi revistado ainda fora do carro, a arma estava em seu lado direito, os meliantes não notaram. Nosso colega teve que sentar no banco traseiro, logo atrás do banco do carona.

A tensão inicial para todos, sendo questionado sobre cartões, senhas, etc., nosso colega cedeu à conversa e forneceu os dados solicitados, porém, no momento desta narração, na palestra, ele reforçou a manutenção do controle mental, sem se desesperar.

Já na frente do banco, um dos assaltantes entra no estabelecimento bancário, e dois permanecem com a vítima, um no banco do carona na frente e outro ao seu lado no banco de trás, com arma em punho, sempre ameaçando o colega.

Na sequência, o assaltante ao lado de nosso colega, inicia uma conversa, momento em que pega um abrigo esportivo atrás do banco (no local onde geralmente ficam as caixas de som – no tampão) e a levanta para ver o que estava escrito na blusa, criando uma barreira entre nosso colega PM armado e ele. Exatamente nesta hora, nosso colega saca sua arma e atira através da blusa, acerta ainda alguns tiros no bandido à sua frente e retorna a visão para o marginal atingido inicialmente.

Os disparos acertaram os olhos do meliante ao seu lado, o  cegando, já o outro, no banco da frente, morreu devido a sequência de disparos.

Nosso colega ainda foi ao banco, prender o terceiro. Essa parte também é interessante, mas termina com a prisão deste marginal dentro do banco mesmo.

Mas camarada, o que tem a ver o coldre nosso de cada dia.

Muito bem, as minhas reflexões neste dia, avaliaram o seguinte:

  • nem sempre, utilizar um coldre ou um excelente coldre, vai te garantir sucesso no emprego de arma de fogo, se nosso colega estivesse usando um, ao ser revistado, seria notado (ou não!);
  • Analisando ocorrências do mesmo tipo, nos diversos casos, profissionais estavam sem coldre, uns sucederam, outros não, morreram;
  • Mas finalmente, o que garantiu sucesso nas situações similares a essa foi a JANELA DE OPORTUNIDADE.
  • Reagir e ter sucesso tem a ver com a janela de oportunidade.

Onde eu quero chegar realmente, que ao longo desta década, a utilização de coldres vem mudando, e cada pessoa deve escolher aquele que lhe permite sacar com mais velocidade.

Não existe mais o porte melhor ou pior, pode ser considerado o menos conveniente para aquela situação, porém, a partir do momento que funciona adequadamente, passa a ser a opção mais adequada.

Nos anos 90, aprendíamos a usar armas na posição de 3 horas, 4 horas, 6 horas, mas nunca na frente. O coldre subaxilar era completamente não recomendado, atualmente, colegas ciclistas utilizam bastante aqui na Capital do Brasil, com uma arma de pequeno volume, mas sem malha apertada.

Como o próprio ser humano evoluiu, as técnicas se adaptaram à realidade, cabe a cada um definir o mais adequado para a situação e baseado nas suas experiências e na do colega, trate de manter a calma, trabalhar a mente, visualizar o combate, visualizar (você mesmo) vencendo o combate, com uma preparação mental adequada e positiva.

 

Força e Honra! 

Veja isso, com vídeo (not a sponsor):

http://www.tacticalholsters.com/product/INCOG.html

https://recargatatica.wordpress.com/2012/10/09/o-coldre-nosso-de-cada-dia-parte-ii/

https://recargatatica.wordpress.com/2010/05/06/o-coldre-nosso-de-cada-dia/

 

 

A escolha da arma de fogo.

Crazy Weapons 15A escolha de uma arma de fogo é uma questão muito particular, tanto que muitas pessoas perguntam aos profissionais mais antigos da escolha que fizeram ou o que sugerem; após isto, segue uma escolha ruim ou inconveniente. Tudo bem que no nosso Brasil varonil, não temos muitas opções, mas desconsiderando isso, dentre todos os modelos disponíveis, cada arma serve a um tipo de mão, sexo, força muscular e a outras questões pessoais. Uma arma que é excelente na minha opinião provavelmente não vale a outro colega, por questão de afinidade ou gosto mesmo, intimidade.

 Como lido num site internacional, ninguém está apto a fazer isso por você.

E perguntam: Quem compra suas roupas de baixo? Portanto, a regra é a mesma. Se a resposta para esta pergunta for a sua mãe, você está enrolado!

 Em se tratando de Corporações policiais é valido que estas tenham uma grande quantidade de modelos e que os profissionais possam escolher o modelo mais adequado ao tamanho de sua mão ou peso de gatilho, procurando até mesmo qual calibre se sente mais confortável para trabalhar.

 Sou favorável ao 9mm para o serviço policial, com munições de ponta oca. E ao contrário de muitos pensamentos, o considero excelente ao trabalho policial, pelo baixo recuo causado nos disparos, o peso do gatilho das armas, controlabilidade e retomada de alça e massa de mira imediatamente após o disparo, capacidade do carregador e peso da arma.  O calibre .40 apesar de sua potência, deixa muita gente desconfortável no momento de atirar, e estamos falando de momentos no estande de tiro, em treinamento, imagine numa situação crítica, disparando com apenas uma mão.

 As desculpas relacionadas a logística, para padronizar um único calibre a uma Corporação servem a um exército que está em guerra, até entendo isso, mas a uma Instituição policial tenho minhas dúvidas. Elas não quebram tanto assim para justificarmos desta forma, nem atiramos desse tanto, como na guerra. Até mesmo as condições de uso e armazenamento são diferentes.

 Voltando às generalidades de sua arma de fogo, deixando o calibre de lado, leve em consideração algo portátil e que seja fácil de portar junto ao seu corpo, mas não faça a escolha sem ao menos disparar umas duzentas vezes antes, realizando algumas trocas de carregador, saques diversos e disparos em posições diferenciadas.

 Nem eu, nem ninguém está qualificado a tomar essas decisões por você. Eu não quero que você compre minhas cuecas e eu aposto que você não me quer escolhendo as suas roupas de baixo.

Não economize. Em termos de durabilidade e confiabilidade, quanto mais se paga, melhor se consegue manter estes dois termos em alta.

 Os revólveres já estão fora de moda, tudo bem que não estou tão atualizado quanto a modelos, mas a capacidade de seus tambores me deixam triste e completamente decidido sobre o seu uso como arma principal, apenas como uma segunda arma, mas neste caso o conforto fica de fora, o que me remete a uma pistola decente.

 Uma arma pequena é fácil de transportar, mas é horrível para atirar, lembro das denominadas PFEM’s (policiais femininas) do Distrito Federal, que conduziam revólveres com canos de duas polegadas. Atirar com aquilo deveria ser muito bom, só que não! Rs!

 Considere adquirir algo no padrão original, com quatro polegadas, carregadores de pelo menos 13 a 17 tiros, a depender do calibre obviamente. Quanto a laser point em sua arma, você vai descobrir a verdadeira utilidade deles durante sua discussão armada entre a vida e a morte.

 E finalmente a consideração mais importante, selecione sua arma com conjuntos de alça e massa que sejam fáceis de enxergar ou escolha uma arma equipada com este conjunto e que te proporcione esta facilidade. Na hora do emprego real da arma de fogo você vai agradecer sobre esta dica.

 A melhor arma e o melhor calibre para você é aquela que te proporciona, conforto, segurança no emprego, confiança e controlabilidade, em todos os aspectos. Teste antes!

Força e Honra!

Nova arma no mercado…americano.

Enviado por email, de meu amigo Jean Marconi, tomei conhecimento desta nova(pelo menos para mim!) marca de armas, denominada KRISS® (clique para acessar o site da empresa, em inglês).

Modelo futurístico, mas o que me chamou a atenção foi o calibre das armas. o .45 ACP. O fabricante ainda não possui armas noutro calibre, mas defendem este pelo poder de parada, destruição e baixa possibilidade de efeitos colaterais.

O fabricante declara ainda que o sistema de funcionamento da arma possui uma diferenciação. O sistema, denominado de sistema KRISS® produz uma redução no recuo produzido pelo ferrolho em 60% e consegue ainda reduzir a elevação do cano em 95%. Em termos práticos, mais tiros no mesmo lugar do alvo e retomada rápida de alvos múltiplos, isso com um calibre com um poder de destruição e incapacitação decente.

Não gostei do modelo designado por eles como sendo uma pistola, conforme a foto abaixo, que possui uma bandoleira de um ponto para apoio.

Acompanhe aqui o canal do fabricante no youtube.

Alguma Instituição pode testar esta arma para nós?

Envie seus comentários.

Força e Honra!

via @catengo

Curso de Operações Policiais Especiais – 2013 – VIII COESP

Caveira

Foi publicado o Edital para o VIII Curso de Operações Policiais Especiais, que será realizado neste ano de 2013.

Temos apenas 30 vagas para policiais da PMDF e 5 vagas para outras Instituições, incluindo as estrangeiras. A ocupação destas vagas serão definidas pelos Exames de Saúde, Testes de Habilidades  Físicas Específicas e Toxicológico.

Todas as outras informações necessárias, bem como os demais requisitos para inscrição no curso podem ser acessados por este link: EDITAL Nº 001-2013 – DEEC VIII COESP.

Boa sorte aos candidatos!

Força e Honra!

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