Tag Archive | relações de trabalho

Onde está a sua vontade?

Hoje, senhores, estou hornado de ter treinado vocês.

Mais honrado ainda de ter colocado vocês no campo de batalha.
Mas ainda existe mais uma honra a ser concedida a vocês,
Que é a resposta que vem com a pergunta:
Quem sou eu?
Eu sou um campeão.
Estão certos, e quero que vocês se lembrem disso durante todo esse jogo.

Eu vou conquistar o que ainda não foi conquistado.
A derrota não será minha crença.
Eu vou acreditar no que os outros têm dúvidas.
Vou sempre me esforçar por prestígio, honra e respeito do meu time.
Eu treinei minha mente e o meu corpo irá seguí-la.
Quem sou eu?
Eu sou um campeão!

Eu vou reconhecer o fato de que meus adversários não esperam que eu vença,
Mas eu nunca me renderei.
Fraqueza não estará no meu coração!
Eu vou olhar para os meus companheiros,
Para aqueles que me trouxeram para este mundo
E para aqueles que me treinaram.
Eu vou pegar a força que vem deles!
Quem sou eu?
Eu sou um campeão!

Eu terei prazer em sair para o campo de batalha.
E eu vou me mover e fazer tudo que eu puder!
E eu vou alcançar meu campo de batalha
Por todos os meios a minha disposição.
E quando eu chegar lá, vou chegar violentamente.
Eu vou rasgar o coração do meu inimigo e deixá-lo sangrando no chão.
Porque ele não pode me parar!
Quem sou eu?
Eu sou um campeão!

Do meu lado eu tenho meus os companheiros.
Companheiros que estiveram comigo nos momentos bons e ruins.
Através do sacrifício, do sangue, do suor e de lágrimas.
Nunca vou deixá-los cair!
Nunca vou decepcioná-los!
E eu nunca vou deixar um inimigo para trás!
Porque nossos adversários não conhecem meu coração!
Quem sou eu?
Eu sou um campeão!

Ninguém vai me negar!
Ninguém vai me desafiar!
E ninguém vai dizer “quem”, “o que eu sou” e “o que devo ser”.
A crença vai mudar meu mundo!
Ela move continentes, países e colocou o homem na Lua!
E vai me carregar nessa batalha!
Quem sou eu?
Eu sou um campeão!

“Derrota”, “Recuar” não estão nas minhas palavras!
Eu não entendo estas definições!
Eu não entendo quando as coisas dão errado!
Eu não entendo erros!
Mas eu entendo isso:
Eu entendo “vitória” e eu entendo “nunca se entregar”
Não importa o quão ruim as coisas vão,
Meu coração e minha mente irão carregar meu corpo
Quando os meus membros estiverem fracos demais.
Quem sou eu?
Eu sou um campeão!

Hoje é “o dia”.
Não amanhã. Não na próxima semana!
Mas hoje, aqui e agora!
Na sua casa e no seu lar!
Quem sou eu?
Eu sou um campeão!

A história vai se lembrar de mim.
E eu não tenho que me preocupar se ela será gentil.
Eu vou me definir!
Eu vou escrever minhas próprias glórias!
E ninguém vai me dizer o que posso e o que não posso ser.
Eu nunca irei pra casa!
Não sem dar tudo aquilo que tenho!
Quem sou eu?
Eu sou um campeão!

Quem sou eu?
Eu sou um campeão!

Quem sou eu?
Eu sou um campeão!

Força e Honra!

Uma dica de @SilvanaPedrita

ONDE ESTÁ SUA VONTADE?
Este video é o discurso do técnico de futebol americano Jeromy Flowers antes de um jogo decisivo de seu time.MUSICA: Promontory
Album: Last of the Mohicans Soundtrack
Compositores: Randy Edelman, Trevor Jones

Publicado via tablet, favor desconsiderar os erros!

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Os sete hábitos de uma Instituição policial fracassada.

Nessa discussão não vou entrar em detalhes mas, mas…tanto problema. A falta de planejamento estratégicom e a ausência de um alinhamento estratégicom também deveria estar presentspes aqui, mas qual o motivo que me impedem de citá-los neste texto? Vou responder: porque são comuns! Citei aqui apenas os hábitos que geralmente não são valorizados na nossa Instituição. Há quem discorde… Por que será?
Vamos em frente.

1. Servir ao cliente errado.
O primeiro cliente para um Comandante deve ser o policial que está na rua, na viatura, à pé ou montado, não interessa. Se este policiais tratarem os cidadãos da mesma forma que os Comandantes tratam seus subordinados, o que resta desta fórmula serão reclamações em todos os sentidos. Respeito e comunicação com os integrantes da Unidade gera as mesmas atitudes nas ruas. Se você quer policiais que se preocupem com cidadāos, precisaremos de Comandantes que se preocupem com seus policiais.

2. O policiamento comunitário teatral.
Os Comandantes sāo forçados a fazer algo para o qual não estavam preparados ou que  não concordam. Coisas do tipo: “são ordens superiores, cumpra”, geralmente sem base estratégica.

O policiamento comunitário original envolve toda uma discussão dos problemas locais com a comunidade e policiais de linha, devidamente envolvidos com a filosofia,  apoiados ainda por pesquisas e empoderamento discretos, que são fundamentais para o sucesso deste policiamento.

Relações públicas, prevenção de crimes e reuniões comunitárias não são considerados exclusivamente policiamento comunitário mas geralmente substituem o trabalho duro da comunicação e colaboração que a comunidade ainda deve exercitar e ser incentivada a executar.

3. Integridade abandonada.
Algumas Unidades assumem “de boca apenas” a tarja da delinquência policial e não possuem confiança no profissionalismo de seus integrantes, na mesma direção, segue aquela Unidade que não possui nenhum tipo de controle sobre os policiais ou que não possui nenhum política de mudança de sua própria imagem, pelo menos para manter a frágil integridade que deveria existir.
Isto tudo inclui o trabalho com evidências, dinheiro relacionado com crimes, trabalho com jovens, drogas, trânsito e regras diversas para atendimento de ocorrências.
Monitorar o comportamento dos policiais serve para manter a disciplina e realizar uma identificação prematura de desvio de conduta, nestes casos, pode-se identificar os bons comportamentos também, dignos de elogios, que  após externados, encorajam ainda mais a integridade.

4. Treinamento exótico.
A estratégia de treinamento de uma Instituição policial fracassada é apresentada numa folha de caderno, um rascunho. A falta de foco na definição dos objetivos do treinamento favorece a aparição do treinamento do tipo exótico, por consequência, os policiais vão treinando aquilo que aparecer. Ė bacana oferecer treinamento especializado para motivar e manter os policiais interessados, mas enviar um policial para um curso de isolamento de local de crime com emprego de equipamentos de mergulho autônomo não faz sentido. Sem estabelecer qual a verdadeira necesidade das Unidades nunca existirá um plano de treinamento consistente e relevante.

5. Armadilhas camufladas
Unidades que não se preocupam com a saúde psicológica de seus policiais vão sofrer queda na produtividade e encurtamento na carreira, ou seja, aposentadoria prematura, elevados índices de afastamento por doenças ou ferimentos. Ignorar e encarar os eventos traumáticos simplesmente como “faz parte do trabalho” cria a sensação de ausência de proteção, que pode levar os policiais a uma erosão lenta de sua estrutura emocional.
Um serviço regular e preventivo para estes casos deveria ser tão importante quanto qualquer outro programa operacional que é planejado.

6. A linha de liderança abandonada.
A liderança requer o estabelecimento de manutenção, de cultura e tradição. Na ausência de senso de identidade, missão e propósitos, a partir dos Comandantes, cada policial vai criar o seu parãmetro de acordo com suas necessidades pessoais, conclusåo, cada um vai fazer força para um lado diferente. Policiais cínicos e individualistas podem dominar todo um grupo se não encontrarem símbolos positivos e ricos em qualidade. Uma linguagem informal dentro do grupo e tradições estabelecidas no seio deste grupo estebelecem líderes de valores positivos dignos de serem exemplos a serem seguidos.

7. Liderança individualista.
Alguns comandantes demoram a entender que eles não são as pessoas mais espertas do mundo sempre e falham em cultivar a inteligência e a influência nos seus Oficiais principalmente.
Idéias, devem genuinamente ser bem recebidas, disponíveis para consideração posterior e recompensadas quando forem implementadas por serem boas demais. Comandantes não gostam de dividir sua força, mas é essencial que eles dividam sua influência. Nem toda idéia é uma boa idéia, mas nem toda boa idéia vem do comando da Unidade. Se queres uma unidade fraca, comande com a política do medo, do medo que seus homens encarem o Comandante e discutam algo ou que seus policiais tenham medo em discutir algo, principalmente contrariando o Comandante.

Força e Honra!

Elaborado em dispositivo móvel, desconsidere os erros de digitação por gentileza

Mais em:

http://www.administracaoegestao.com.br/planejamento-estrategico/dificuldades-na-implementacao-da-estrategia/

http://www.clodomiro.xpg.com.br/e147.html

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